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Por Talyta Vespa, g1
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Tayla Sanchez, hoje com 35 anos, quase morreu aos 25 — Foto: Arquivo Pessoal
Em determinada sexta-feira de setembro de 2016, um fisioterapeuta que acompanhava o caso de Tayla Sanchez ligou em prantos para uma prima dela, pedindo ajuda para avisar a família: a paciente não passaria do fim de semana.
A pupila havia parado de responder a estímulos —um dos sinais usados para medir atividade neurológica em pacientes sedados. Tayla estava havia dias em coma induzido, intubada, após ao menos cinco convulsões dentro do hospital.
Na segunda-feira seguinte, abriu os olhos.”Literalmente morri”, diz Tayla. “As pessoas pensam que é no sentido figurado da palavra, mas não. Eu morri e voltei.”
Ela tinha 25 anos quando uma dor de cabeça que já durava um ano e meio evoluiu, em poucas horas, para convulsões, coma induzido e quase três semanas internada em estado crítico.